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Em um outro artigo conversamos sobre os desafios que vocês, engenheiros, tem enfrentado. Uma série de mudanças na indústria impactam diretamente na formação dos engenheiros. O que as empresas desejam dos seus engenheiros acompanham essas mesmas mudanças. Em especial, engenheiros aeronáuticos.
O rápido desenvolvimento de novas tecnologias e processos, mais o fato de o modelo econômico focar num mercado globalizado, fez com que os grandes conglomerados industriais fossem buscar profissionais diretamente nos centros de pesquisa para não se atrasarem em relação aos concorrentes.
Essa mudança do perfil de profissionais trouxe com ela, num primeiro momento, a cultura da ciência da engenharia. As universidades também passaram a priorizar disciplinas com foco científico em seus currículos. Algumas chegando mesmo a oferecer nos cursos de bacharelado cadeiras oferecidas em programas de pós-graduação.
A indústria percebeu que essa mudança tirava da formação dos engenheiros algumas habilidades consideradas essenciais. Esta questão deu origem à iniciativa de criação da CDIO (Conceive-Design-Implement_Operate), que viu na transformação na cultura de educação de engenharia uma solução. Vale ressaltar que isso não significa eliminar da indústria os profissionais de ciência da engenharia e sim entender que eles não substituem a função de engenheiros.
Theodore Von Karman afirmou que “Um cientista descobre aquilo que existe. O engenheiro cria o que “nunca existiu“. É o “nunca existiu” que traz dinheiro para a indústria”.
Para deixar claro o acerto dessa visão transcrevo abaixo os atributos necessários aos engenheiros extraídos dos sites da Boeing e Airbus.
Um exame dos atributos citados pela Boeing e Airbus permite verificar que ambos têm vários itens em comum e que fazem parte dos atributos propostos pela CDIO.
Finalmente apresento a seguir, para uma reflexão daqueles interessados em ingressar na carreira de engenharia aeronáutica, três informações que devem pesar nessa decisão:
A seguir, algumas informações relevantes para elucidar respostas em relação aos três questionamos colocados acima.
O “sim” para essas respostas indica um caminho promissor. Mas não se esqueça, os desafios são muitos, e somente aqueles com vontade de crescer vão atingir seus objetivos!
Diversas áreas de estudos englobam toda a engenharia aeronáutica. Um conhecimento geral é necessário, mas é importante se especializar em algumas das áreas:
Finalmente, deve-se saber onde atuar. De nada adianta ter conhecimento, sem a prática. Criar soluções e obter bons resultados é o mais básico das funções de um engenheiro. As atividades a seguir são somente um exemplo de como um engenheiro aeronáutico pode atuar:
Ficou alguma dúvida? Manda pra gente!
Abraços,
Rogério Pinto Ribeiro
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